O Paraná reafirmou sua posição de destaque na saúde pública ao registrar, pelo sexto ano seguido, o maior percentual de mães que realizaram o acompanhamento completo de pré-natal. Com um índice de 89% em 2025, o território paranaense superou significativamente a média brasileira de 79,2%. Segundo a Secretaria da Saúde (Sesa), esse resultado é fruto de uma política de captação precoce e cuidado contínuo, que visa identificar riscos como hipertensão e diabetes logo no início da gestação.
A liderança nacional é seguida por Santa Catarina (84,4%) e Rio Grande do Sul (84,2%). Para sustentar esses números, o Governo do Estado investiu R$ 5,5 milhões em equipamentos de medicina fetal e ampliou os repasses para hospitais filantrópicos via programa Hospsus. O investimento no custeio de partos teve um incremento expressivo, elevando os recursos anuais de R$ 7,6 milhões para mais de R$ 13,2 milhões, garantindo melhor estrutura para o atendimento de alto risco em todas as regiões.
Além do aporte financeiro, a estratégia foca na qualificação profissional com bolsas de pós-graduação em enfermagem obstétrica. O secretário Beto Preto enfatiza que o desempenho reflete um modelo de assistência humanizada que acompanha a mulher desde as primeiras 12 semanas até o puerpério. Essa rede integrada de proteção não apenas assegura um começo de vida mais saudável para os bebês, mas também reduz drasticamente as complicações evitáveis durante o parto em todo o Estado.